
Star Simpson, estudande de 19 anos do MIT (Massachusetts Institute of Technology) foi presa nessa sexta-feira depois de andar pelo Aeroporto Internacional de Logan, em Boston, com uma blusa com circuitos eletrônicos e luzes (LEDs).
Star, natural de Lahaina, no Hawaii, disse que se tratava de arte para a semana de exposições (carrer day) na escola. Ele é expecialista em eletrônica e recebeu uma menção do Congresso por seu trabalho com robótica. Além da placa de circuito eletrônico, ela segurava nas mãos massa de modelar (Play-doh).
O Major Scott Pare, oficial responsável pelo comando do aeroporto disse que “estava chocado e surpreso de alguém vestir esse tipo de equipamento dentro de um aeroporto” e completou dizendo que “ela tem sorte em estar numa cela ao invés do necrotério”.
O promotor Wayne Margolis pediu uma fiança de US$ 5.000, alegando que a garota “mostrou total desrespeito com as padrões de segurança do aeroporto”. Star foi solta pagando US$ 750.
Simpson, Pare, Star… com esses nomes até parece história inventada. Agora, imaginando a mesma notícia, caso tivesse se passado no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro:
“O velório da garota estudante da UFRJ acontecerá nesse sábado às 14h00 no Cemitério…”



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