Tudo ia bem, singles estourados nas paradas, shows esgotados, até que em agosto de 2006, o vocalista Justin Hawkins entrou numa clínica de reabilitação para não morrer de tanto cheirar e beber. Aí aquela velha história, shows cancelados, saída da banda, fim de tudo, etc.
Nessa época o líder da banda admitiu ter gasto mais de 150.000 libras em 3 anos de uso de cocaína depois do estouro de I Believe in a Thing Called Love em 2003. Quando ele percebeu que não tinha mais controle de sua vida devido ao álcool e às drogas, resolveu aceitar um tratamento de um mês numa clínica. Atualmente está sóbrio e limpo há mais de um ano e vive com sua parceira Sue Whitehouse e um monte de gatos.
Eu só achei isso porque confundi o Justin com o líder de outra banda e fui ver se não era o mesmo cara. Na época ninguém falou nada!
A imprensa deveria ser mais severa nessas horas, anunciando a verdade: “Banda Tal acaba devido o uso de drogas por parte do vocalista.”
A mesma coisa com aquela música pegajosa do Blind Mellon. Lembra?
Shannon Hoon, o vocalista, foi achado morto no ônibus da banda em 21 de outubro de 1995, aos 28 anos. Overdose de cocaína. Eu lembro que na época, mesmo dias depois, anunciaram como ‘causas ainda desconhecidas’.
Gasta-se tanto com campanhas e na hora de dizer a verdade sobre esse mundo podre e sem volta põem panos quentes, mascaram a verdade. Se mais pessoas soubessem que aquela banda que tanto gostava acabou por causa das drogas, ou que aquele ator que você achava perfeito não passa de um viciado e fracassado, menos pessoas entrariam nessa. Paulo Autran? Morreu porque era fraco, covarde, burro e não soube lutar contra o cigarro. Essa é a verdade.
O que vale mais: preservar a imagem de uma família ou a vida de centenas de outras?








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