Arthur C. Clarke era um visionário. Autor de 2001 - Uma odisséia no espaço, seus conhecimentos de astronomia eram fantásticos. E seus livros refletem isso. Além de 2001, ele escreveu, entre outros, 2010, 2061 e 3001. Resumidamente, em 2010, Júpiter vira uma estrela e deixamos de ter noites, em 2061, narra-se a volta do cometa Halley e, em 3001, Júpiter, vira uma supernova, e a Terra passa a ter noites novamente.
Vendo a foto de ontem do APoD, lembrei de 2061, em que uma missão de astronautas pousa no cometa Halley (sim, Armageddon além de ser um péssimo filme, não é nada original).
Clarke foi indicado ao Prêmio Nobel em 1994 (Paz) e 1999 (Literatura), além de ter ajudado a divulgar o uso de satélites geoestacionários nas telecomunicações. A foto acima, tirada mês passado pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, mostra Phobos, uma das luas de Marte. Em destaque está a Cratera Stickney, com mais de 9 quilômetos de extensão, nos convidando para uma visita.
Uma imagem com maior definição pode ser vista aqui.




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