Impressionante, não?
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A imagem mostra objetos na LEO (Low Earth Orbit - Baixa Órbita Terrestre, entre 160 e 2.000 km da superfície). Desde o lançamento do Sputnik em 4 de outubro de 1957 até hoje, 51 anos depois, foram feitos aproximadamente 4.600 lançamentos que colocaram cerca de 6.000 satélites no espaço. Desses, somente 800 continuam operacionais, e 400 viajam fora da órbita terrestre ou em missões interplanetárias. Além disso, existem os fragmentos resultantes de naves que quebraram, explodiram, se acidentaram ou foram abandonadas.
Mais imagens e fatos, na continuação.
|esa|
Cerca de 50% de todos os objetos rastreáveis estão em órbita de explosão (200 casos) ou colisão (menos de 10 casos). O problema não é a colisão, e sim o que acontece depois. Satélites geoestacionários viajam a 10.000 km/h. Quando explodem, todos os fragmentos permanecem em órbita, formando em poucos dias uma nuvem em volta da Terra, causando mais acidentes.
Anel geoestacionário
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Simulação - 2112
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Na primeira imagem, se operações de limpeza foram realizadas. Na segunda, se nada for feito.






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