Os aparelhos de GPS em carros europeus e americanos são praticamente um item de série. Porém, seu uso pode levar a graves acidentes.
Nos EUA, o motorista acima tentou passar por uma ponte em Washington de 2,75 metros de altura, com seu ônibus de 3,60 metros. O veículo levava garotas de um time de futebol de um colégio, mas ninguém saiu ferido. Só o orgulho do GPS, que pedia para seguir em frente.
Parece absurdo, mas na Grã-Bretanha, ao que tudo indica, os motoristas também confiam mais em seus navegadores do que nos próprios olhos. Num dos casos mais hilários, em Luckington, vários carros afundaram nas águas do Rio Avon, por culpa da rota apontada pelos GPS, que incluia uma ponte fechada há mais de uma semana.
Já no vilarejo de Exton, perto de Winchester em Hampshire, as autoridades locais tiveram de colocar placas alertando para não confiar nos navegadores via satélites.
Aqui o problema eram as pontes e passagens estreitas. Dezenas de carros simplesmente ficavam presos, principalmente à noite. Segundo o governo, cerca de 2.000 pontes são danificadas por ano no Reino Unido por culpa dos fiéis motoristas.
É a V838 Monocerotis, estrela da Constelação de Monoceros, perdida nos confins de nossa galáxia. Foto tirada pelo Hubble em março de 2004.
Pior que é sério.
A imagem mostra objetos na LEO (Low Earth Orbit - Baixa Órbita Terrestre, entre 160 e 2.000 km da superfície). Desde o lançamento do Sputnik em 4 de outubro de 1957 até hoje, 51 anos depois, foram feitos aproximadamente 4.600 lançamentos que colocaram cerca de 6.000 satélites no espaço. Desses, somente 800 continuam operacionais, e 400 viajam fora da órbita terrestre ou em missões interplanetárias. Além disso, existem os fragmentos resultantes de naves que quebraram, explodiram, se acidentaram ou foram abandonadas.
Arthur C. Clarke era um visionário. Autor de 2001 - Uma odisséia no espaço, seus conhecimentos de astronomia eram fantásticos. E seus livros refletem isso. Além de 2001, ele escreveu, entre outros, 2010, 2061 e 3001. Resumidamente, em 2010, Júpiter vira uma estrela e deixamos de ter noites, em 2061, narra-se a volta do cometa Halley e, em 3001, Júpiter, vira uma supernova, e a Terra passa a ter noites novamente.
Vendo a foto de ontem do APoD, lembrei de 2061, em que uma missão de astronautas pousa no cometa Halley (sim, Armageddon além de ser um péssimo filme, não é nada original).
Clarke foi indicado ao Prêmio Nobel em 1994 (Paz) e 1999 (Literatura), além de ter ajudado a divulgar o uso de satélites geoestacionários nas telecomunicações. A foto acima, tirada mês passado pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, mostra Phobos, uma das luas de Marte. Em destaque está a Cratera Stickney, com mais de 9 quilômetos de extensão, nos convidando para uma visita.
Uma imagem com maior definição pode ser vista aqui.
Muito legal a iniciativa dessa loja de pôr vídeos dos produtos. Poderiam ter dado um pouco de zoom (no produto e não na loira), mostrado alguma função, mas já vale a intenção.
“… toca MP3, MP4, MP5, MP6…”
Hã? Como ele toca algo que nem existe? MP5 e MP6 não são formatos de nada. Tem um tal de Phantom M9V18, que é a mesma coisa, mudando pouca coisa no teclado. O vídeo é esse aqui.
“My name is Donnie and you suck at Photoshop. You do. You’re awlful and that’s because you are here.” (Meu nome é Donnie e você não manja nada de Photoshop. É verdade. Você é terrível e é por isso que está aqui.) É dessa forma gentil e sincera, que começa o primeiro de uma séries de tutoriais de Donnie Hoyle. Cansado daqueles vídeos massantes? Com esses pelo menos se você não aprender nada, vai se divertir bastante.
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